As principais tendências ligadas à diversidade e inclusão no mercado de tecnologia

Pirulitos coloridos alinhados em um fundo rosa

Para profissionais que fazem Gestão de Pessoas e de Clima Organizacional, é importante acompanhar as principais tendências mundiais com foco em Diversidade e Inclusão do mercado de startups. Pesquisas indicam aprendizados e desafios para o setor.

First Round Capital, empresa de Venture Capital americana focada em investimentos seed, publicou o estudo “State of Startups 2019” que apresenta as principais tendências mundiais do mercado de startups. Este post traz um resumo dos principais aprendizados apresentados no relatório, com foco especial em diversidade e inclusão.

 
Símbolo do sexo feminino e masculino sobre fundo amarelo

A discriminação de gênero é uma das principais desigualdades que atinge o mercado de trabalho, no Brasil e ao redor de mundo. Indicadores apontam problemas que vão desde a diferença salarial até o número de casos de assédio moral e sexual vivenciado por mulheres.

 

Principais tendências de diversidade e inclusão para 2020

1. Ainda existe discriminação de gênero no processo de contratação, e mais ainda no processo captação de investimento

40% das colaboradoras entrevistadas disseram que o fato de serem mulheres prejudicou as suas chances de contratação e promoção para cargos mais sênior no mercado de tecnologia.

70% das fundadoras de startups disseram que o fato de serem mulheres prejudicou a sua capacidade de levantar capital.

 
Clips de papel alinhados em fileira, com um único clip vermelho entre eles.

Buscar mais do mesmo continuará trazendo sempre os mesmos resultados: as empresas precisam investir e equipes diversas.

 

2. Empresas que querem atrair os melhores talentos vão precisar priorizar diversidade e inclusão

80% dos(as) fundadores(as) acreditam que a diversidade do time tem um impacto positivo no valor da sua startup.

Funcionários(as) de startups que acreditam que a liderança não está priorizando diversidade e inclusão tem 3x mais chance de sair da empresa na qual trabalham no próximo ano (34% vs. 11%).

 
Confrinho de porco rosa sobre fundo azul.

Não é só mais o cofrinho que entra na equação na hora de escolher uma nova profissão - profissionais também tem grande interesse no propósito das organizações.

 

3. Dinheiro tem uma influência menor do que você espera

Somente 1 em cada 10 funcionários(as) considera salário ou participação como o principal motivador para escolher uma empresa para trabalhar, e só 1 em 20 fundadores(as) disse que oferecer participação é o foco das entrevistas com candidatos.

O que é prioridade então? O potencial de impacto social do negócio (55%), os problemas que a empresa se propôs a resolver (42%), a missão da empresa (40%), o time (39%) e a cultura (30%).


Quer saber mais sobre as principais tendências do mundo das startups? Leia o estudo completo aqui.


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